Otorrinolaringologistas também realizam otoplastia, cirurgia de correção das orelhas de abano​

Andar com cabelos presos, coques e até mesmo raspar a cabeça são coisas normais do dia a dia de qualquer pessoa, mas não para aquelas que sofrem com a orelha de abano. Causada por uma má formação e crescimento anormal da cartilagem que forma a orelha faz com elas fiquem distantes da cabeça.

Esse tipo de formação traz grandes problemas para autoestima, principalmente em meninas que na adolescência sentem a necessidade de se igualar – e sentir melhor – que as outras amigas. Há relatos de pacientes que não conseguiam prender os cabelos porque, ao mostrar as orelhas, não se sentiam iguais às outras. O Doutor Thiago Zago já realizou alguns procedimentos em que os psicólogos fizeram cartas, porque a criança sofria com o bullying. “O diferencial do otorrinolaringologista nas cirurgias estéticas é a associação da preservação da função com a melhora estética, ou seja, ficar mais bonito sem piorar a função de audição”, explica Dr. Thiago Zago, otorrino da cidade de Mogi Guaçu que já realizou mais de 80 procedimentos no interior do estado de São Paulo.

Com anestesia local ou geral, a cirurgia começa com a retirada do excesso de pele e de cartilagem e em seguida é feito o ligamento, para deixá-la mais flexível e para manter a nova anatomia da orelha é necessário alguns pontos de fixação. Esses pontos são internos e absorvíveis, ou seja, não precisam ser retirados. A cirurgia tem duração média de uma hora.

Quem mais procura esse tipo de cirurgia são crianças entre seis e sete anos, quando as orelhas já atingiram o crescimento máximo, sendo mais comum a realização na época de férias escolares, já que o tempo médio da recuperação varia entre três e quatro semanas. Após a realização do procedimento o paciente deverá utilizar por três dias um curativo em forma de capacete, e durante duas semanas uma faixa elástica compressiva.

Dr. Thiago ainda informa que o paciente pode levar uma vida normal depois de três dias, ou no máximo após uma semana. Quanto a dor, ele ressalta. “Geralmente não há dor e sim uma sensação de incômodo. Já se houve dor, é importante retornar no médico para que seja examinado e tenha orientações de como proceder”, destaca.

Com apenas 30 anos de idade, o Dr. Thiago Zago já acumula um vasto currículo. Em 2013 se formou em medicina pela Unicamp e em 2017 terminou sua especialização em otorrinolaringologia e cirurgia de cabeça e pescoço, também pela Universidade Estadual de Campinas. De 2010 a 2012, fez iniciação científica com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP.

Esteve em três países para estudar e conhecer novas técnicas em sua área. Durante os anos de 2016 e 2017 estudou em Harvard, nos Estados Unidos, para se especializar em cirurgia endoscópica de ouvido e cirurgia endoscópica de seios da face e tuba auditiva. Na França e na Suíça, estudou sobre microcirurgia de ouvido e Implante coclear e cirurgia endoscópica de ouvido e base de crânio, respectivamente.

Dr. Thiago Zago tem sua clínica em Mogi Guaçu, mas também atende pelo Hospital São Francisco, localizado na mesma cidade.

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